Olá caros amigos! Depois de um tempo enorme sem poder fazer novas postagens ; pois o nosso blog havia travado o seu painel de controle e por este fato Não conseguíamos atualizar-lo; más já nos próximos dias , estaremos postando muita novidade para os nossos leitores. Um forte abraço a todos,
Paulo Furtado.
Este blog foi criado para mostrar como funciona o motor e o seu sistema de gerenciamento eletrônico de combustível no automóvel. Paulo Furtado: Idealizador e instrutor do Projeto Novo Horiznte
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Barulho na ventilação forçada da Kiron
Neste vídeo pode-se observar como remover o barulho na ventilação forçada da kiron.
Alternador carregando demais
Alternador da Palio adventure 1.6 16 válvulas.
Veja o vídeo e a narrativa sobre o defeito e sua correção.
Acesse este link para visualizar o vídeo.
Veja o vídeo e a narrativa sobre o defeito e sua correção.
Reparo da bomba da direção hidráulica do peugeout 206
Mostraremos abaixo através das fotos, de como fazer a limpeza da bomba da direção hidráulica do Peugeout 206; lembrando á todos que; de um modo geral , as bombas de direções hidráulicas são muito parecidas internamente, então esta dica dará um panorama de como são as bombas na sua funcionalidade.
Remova a bomba; Após retire a polia (foto,1 e 2)
Remova a bomba; Após retire a polia (foto,1 e 2)
Em seguida, remova os parafusos que unem as duas metades da carcaça. (foto 3 e 4)
Após a abertura da carcaça, retire a placa de encosto e a mola, logo em seguida retire as palhetas de torque, o cilindro e o rotor que está alojado sobre o eixo. (foto 5, 6, 7,8,9,10, 11)
Vire a carcaça , remova a base da polia com o auxilio de uma prensa hidráulica e em seguida retire o grampo sobre o rolamento da polia , retire o eixo pela parte frontal da carcaça . Ao prensar o eixo , sairá também o retentor que se encontra logo abaixo do rolamento. foto (12,13,14)
Agora faça uma limpeza em todos os componente da bomba para não deixar areia ou qualquer intempérie no interior da bomba, troque o retentor para reparar o vazamento de fluido e troque o rolamento do mancal se necessário. após proceda a montagem com o processo inverso da desmontagem. Pronto a bomba da direção hidráulica está pronta para ser instalada no veiculo. coloque o fluido na caneca e após gire a direção para ambos os lados; faça este procedimentos pelo aos menos três vezes para que o ar contido no sistema seja expelido através da caneca; após feche a caneca do fluido e ligue o motor do veiculo e torne a girar a direção em ambos os sentidos. Certamente se ouvirá um zumbido que logo em seguida irá diminuir de intensidade e irá sumir.
Dúvidas: paulofurtado1@hotmail.com
Novo momento do projeto Novo Horizonte.
Lembrando sempre que críticas e sugestões serão sempre bem vindas. Um cordial e fraterno abraço a todos.
Paulo Furtado.
Idealizador do Projeto Novo Horizonte.
Como analisar o sistema de freio convencional
O sistema de freio e a sua correta
manutenção preventiva
|
O
sistema de freio não é tão complexo quanto parece ser para a maioria dos
motoristas. Mas a aparente complexidade do sistema de freios acaba levando
alguns proprietários de veículos, a levar para um segundo plano a manutenção preventiva
do sistema de freio e só procura uma oficina quando o sistema de freio já
apresenta alguma anomalia e já requer uma manutenção corretiva. Às vezes não
da mais tempo de fazer o conserto em detrimento de um acidente fatal por
falta de freio no veiculo. Portanto cuidado com a manutenção preventiva!
Lembre-se; Melhor prevenir do que não poder remediar. Vidas não têm preço.
Verificação periódica
no sistema de freio
A maioria dos proprietários de veículos acreditam que é suficiente verificar
pastilhas e lonas e completar o fluido de freio.
Porem, o sistema de freio é composto de vários
componentes: mangueiras, o´rings, embolo, anéis de vedação, pistões,
pastilhas, lonas e demais componentes. Todo esse mecanismo é acionado através
da força do cilindro mestre que pressuriza o fluido de freio. Para garantir
sua eficiência, verifique periodicamente.
Fluido de freio.
O fluido de freio vai perdendo as
propriedades com o passar do tempo, independentemente do uso do carro. Acontece
que o fluido é hidrostático e absorve umidade do ar; esta absorção de água
pode fazer com que o freio fique instável. Mesmo que o veiculo fique imóvel
por um longo tempo; Por este motivo deve-se troca o fluido de freio a cada
10.000 km ou um ano.
Veiculo puxa para um dos lados durante a frenagem Uma das várias causas é entupimento dos flexíveis ou magote. Esse defeito faz com que o veiculo puxe para o lado oposto ao flexível ou magote entupido, pois não haverá pressão de fluido sobre a pinça de freio ou cilindro de roda. Este defeito faz com que o veiculo se desgoverne em freadas mais bruscas. Outro defeito que normalmente ocorre é o engripamento de pinças de freio ou cilindro de freio de rodas. Poderá ocorrer micro vazamento em conexões e fazer com que a pressão do fluido não chegue equalizada nas quatro rodas.
Ruído ao acionar
o pedal de freio sinaliza problemas
Ao acionar o pedal de freio e correr ruídos ou
barulhos mais graves é sinal que
esta havendo alguma deficiência no sistema de atrito que poderá ser; pastilha
de freio desgastada,disco de freio empenado ou com rebarba, lonas de freio
desgastadas, folga de rolamento de rodas faz com que o disco de freio ou
tambor saia de centro. Algum corpo estranho no sistema de atrito. Nos casos
relatados, deve-se procurar imediatamente uma oficina para efetuar o
diagnóstico e o devido reparo do problema.
Fluido de freio não pode sumir do
reservatório
Se for notada a falta de fluido de freio, e se o mesmo for reposto e logo em seguida se notar a sua falta no reservatório, procure por vazamento no sistema tais como; mangote ressecado, duto de freio rachado, pinça de freio vazando, cilindro de rodas vazando, cilindro mestre vazando; No caso do cilindro mestre acontece um vazamento que não é detectável de imediato, pois o vazamento ocorre na vedação do cilindro mestre e está localizada entre a base de fixação ao servo freio e o próprio servo freio; neste caso o fluido de freio é derramado e também sugado pelo servo freio que fará um acúmulo no seu interior e após atingir certo nível, este fluido será sugado pelo motor e irá parar dentro da câmara de explosão, podendo inclusive ocasionar falha no motor pelo fato do fluido empapar a(s) vela(s). Portando fique atento.
Trepidação ou
trancos ao acionar o freio
Normalmente
trepidações ou trancos ao acionar o freio é proveniente de empenamento de
disco de freio ou tambores de freio, ainda pode ocorrer o deslocamento de uma
pastilha de freio do seu alojamento ou ainda lonas de freio que se soltam da
sapata de freio traseiro por estarem desgastadas e com isto soltam os rebites
ou a colagem (algumas lonas são coladas).
Freio estacionário não consegue parar o veiculo ou mante-lo imóvel
Neste caso devem-se
inspecionar as lonas de freio, tambores de freio ou discos de freio e
pastilhas de freio; neste segundo caso (se o freio traseiro for a disco e
pastilhas de freio).
Quando o sistema de freio estacionário (freio de
mão) estiver com a alavanca muito alta ao ser acionada deve-se antes de
executar uma regulagem do cabo, analisar as condições dos itens no parágrafo
acima descrito, pois a alavanca poderá até ficar mais baixa ao se acionado o
freio estacionário, más não terá um bloqueio das rodas eficiente.
Uma forma
de analisar o bom funcionamento do freio estacionário é; engatar a primeira
marcha com o freio estacionário aplicado e soltar devagar a embreagem e sem
acelerar o veiculo que deverá apagar o motor pelo fato das rodas traseiras
estarem bloqueadas pela aplicação do freio estacionário ou de mão.
Pedal de freio duro
O que é comum ocorrer neste caso é algum
problema no servo freio ou (cuíca) que pode ter o seu diafragma furado ou
rasgado e fará com que o vácuo oriundo do motor e aplicado no servo freio,
seja perdido e também fará com que o motor apresente falhas ou trepidações. A
este defeito dar-se o nome estanquiedade ou mais conhecido como entrada falsa
de ar. O papel do servo freio é acionar o cilindro mestre através do comando
do pé do condutor quando este aciona o
pedal do freio.
Pedal de freio baixo ou esponjoso
Ao acionar o
pedal de freio, este deve ser macio e para de descer o seu curso em +- um
treco do seu curso e ficar firme (isto com motor ligado). È comum quando
motor está desligado e condutor pressiona o pedal do freio e da a partida o
pedal deve descer dois terços do seu curso e para de descer, se por acaso
isto não ocorrer (ou seja o pedal não descer macio) verifique o servo freio.
Más se ao aplicar o pedal e o mesmo ficar esponjoso e ou descer até o
assoalho, verifique os itens acima descritos como tubulações, mangotes etc.
Autor: Paulo Furtado. |
FREIO ABS
NOTÍCIAS DA VW
REPARAÇÃO PASSO A PASSO 21/02/2013 -
Sistema Antibloqueio ABS–Funcionamento e Sistema Elétrico
Por: REDAÇÃO
Antecipando a legislação a Volkswagen já disponibiliza para toda sua linha de automóveis de passeio o sistema ABS (Anti-lock Breaking System, que significa sistema antibloqueio das rodas) de freios. Este sistema deverá começar a frequentar cada vez mais a oficina dos reparadores e para isso vamos dedicar a matéria desta edição ao detalhamento deste sistema. Boa leitura!
O ABS é montado sobre o circuito básico dos freios. O sistema em uso no Golf e no New Beetle é o ITT Mark 20 IE, que possui uma unidade de comando que integra as funções eletrônicas e hidráulicas, montado separado do conjunto cilindro mestre e servofreio.

Entre outras funções, o sistema EBV dispensa a válvula reguladora da força de frenagem que atua mecanicamente conforme a carga. Podemos dizer que o sistema monitora a desaceleração das rodas em função da força aplicada ao pedal e regula, através das válvulas solenoides do ABS, a pressão da atuação para as rodas traseiras. Na ilustração acima, mostramos os componentes do sistema.

É importante destacar que, se houver avaria em um destes sensores, o sistema ABS/EDS desativa-se, mantendo a função EBV. Nesta condição, a lâmpada-piloto do ABS se acende.
Atenção: havendo avaria em ambos os sensores de rotação dianteiros, desativa-se a função ABS, a EDS e a EBV, permanecendo acesas as lâmpadas do sistema ABS e do sistema de freios.
Sensores de rotação traseiros (G44 e G46)Também transmitem os sinais de rotação à unidade de comando (J104) para que esta possa determinar a velocidade momentânea das rodas. Vale destacar que nas dianteiras, a pressão da freada é regulada individualmente, ao passo que nas do eixo traseiro, é regulada em conjunto.
Interruptor do pedal do freio (F)Este interruptor transmite à unidade de comando (J104) a informação de que o freio está aplicado.
Lâmpada-piloto do ABS (K47) e do sistema de freios (K118)Estas lâmpadas estão localizadas no instrumento combinado. O funcionamento da K118 depende do interruptor da alavanca do freio de estacionamento. A K47 possui um gerenciamento eletrônico que monitora um sinal de unidade de comando do sistema ABS. (Veja ilustração).
Evitar o travamento da roda no processo de frenagem, mantendo a dirigibilidade e a estabilidade do veículo, é função do ABS. Para que isto seja possível, sua estratégia de trabalho monitora eletronicamente rotação de cada uma das rodas o que permite controlar a respectiva pressão de frenagem aplicada, independentemente da força exercida sobre o pedal de freio, atuando no estreito limite de desaceleração das rodas, sem permitir o seu travamento.
Basicamente, o sistema atua controlando a pressão do fluido de freio, como se o pedal, durante uma frenagem abrupta ou numa condição de iminente travamento de uma ou mais rodas, fosse acionado diversas vezes num curto espaço de tempo, mesmo que o condutor mantenha o pé calcado no pedal e o veículo rode em condições diferentes de piso (com todas as rodas, apenas as de um lado ou uma só, na lama, em pista de cascalho, sobre o gelo etc.) Como o sistema ABS tem atuação, roda por roda, possibilita a cada uma delas a melhor força de frenagem, adequando a força às condições de trabalho exigidas.
Componentes do ABS e funcionamento básico
Uma plataforma básica de ABS é composta por uma unidade de gerenciamento eletrônico, sensores de rotação (um para cada roda), uma bomba que atua nas situações de alivio e elevação da pressão de frenagem e uma unidade hidráulica com válvulas.
Como já comentamos, independentemente de sua versão, o ABS tem uma estratégia de atuação que permite controlar a pressão de frenagem aplicada às rodas sempre que uma delas apresente tendência ao travamento.

Basicamente, o sistema atua controlando a pressão do fluido de freio, como se o pedal, durante uma frenagem abrupta ou numa condição de iminente travamento de uma ou mais rodas, fosse acionado diversas vezes num curto espaço de tempo, mesmo que o condutor mantenha o pé calcado no pedal e o veículo rode em condições diferentes de piso (com todas as rodas, apenas as de um lado ou uma só, na lama, em pista de cascalho, sobre o gelo etc.) Como o sistema ABS tem atuação, roda por roda, possibilita a cada uma delas a melhor força de frenagem, adequando a força às condições de trabalho exigidas.
Componentes do ABS e funcionamento básico
Uma plataforma básica de ABS é composta por uma unidade de gerenciamento eletrônico, sensores de rotação (um para cada roda), uma bomba que atua nas situações de alivio e elevação da pressão de frenagem e uma unidade hidráulica com válvulas.
Como já comentamos, independentemente de sua versão, o ABS tem uma estratégia de atuação que permite controlar a pressão de frenagem aplicada às rodas sempre que uma delas apresente tendência ao travamento.
µ = 0,8
FF1 = Força frenagem alto atrito
FF2 = Força frenagem baixo atrito
µ = Coeficiente
FF1 = Força frenagem alto atrito
FF2 = Força frenagem baixo atrito
µ = Coeficiente
O sistema explora a faixa ideal de frenagem, considerando o deslizamento e o atrito das rodas em relação ao solo, as acelerações ou desacelerações periféricas, as forças laterais das rodas e as reações da massa do veículo, como a tendência deste girar sobre seu centro de gravidade. Com todas essas informações, na sua parte lógica, a unidade de comando do sistema de gerenciamento eletrônico processa as variáveis e define a melhor pressão de atuação individual por roda, abrindo e fechando válvulas, eletromagnéticas na unidade hidráulica e ativando e desativando a bomba para aliviar ou elevar a pressão, de maneira a evitar o travamento de uma ou mais rodas. É assim que o ABS garante a dirigibilidade do veículo.
Quando tem início o processo de frenamento, surge em correspondência, uma força de frenagem e seu aumento gradativo. Ao mesmo tempo, a velocidade periférica da roda torna-se menor que a do veículo, o que significa que há deslizamento da roda.
(Roda Livre) (deslizante) (Roda bloqueada)
Monitorando o sinal de rotação de cada uma das rodas do sistema ABS, através de seus sensores, é possível identificar a roda com tendência ao seu travamento e comandar as estratégias de trabalho da bomba e sua unidade hidráulica, que permitem controlar a pressão de frenagem, individualmente por roda.
Deslizamentos são toleráveis, mas devem permanecer dentro da faixa de 8% a 35%, onde ocorre a maior força de frenagem. Acima de 35% de deslizamento, passamos à zona instável de frenagem e mesmo que a força desta diminua, nos aproximamos rapidamente de 100% de deslizamento, que é o ponto no qual ocorre o travamento da roda.
Analisando o gráfico de frenagem de um veículo sem ABS, podemos observar que, ao aplicar a pressão nos freios, esta atua de forma crescente nas rodas (P roda) fazendo com que a velocidade angular das rodas (V roda) caia de forma muito rápida, não proporcional à distância de parada do veículo (V veículo). Essa perigosa estratégia de trabalho faz com que o veículo trafegue por tempo elevado numa grande zona de instabilidade. Isto acontece porque veículos com rodas travadas:
– não são estáveis durante a frenagem;
– não apresentam dirigibilidade;
– registram maior distância de frenagem.

Ao analisarmos o desempenho da frenagem de um veículo com ABS, observamos que há uma modulação da pressão, variando entre elevação, manutenção e redução da pressão, independentemente da força aplicada pelo motorista ao pedal de freio.
Analisando o gráfico de frenagem de um veículo sem ABS, podemos observar que, ao aplicar a pressão nos freios, esta atua de forma crescente nas rodas (P roda) fazendo com que a velocidade angular das rodas (V roda) caia de forma muito rápida, não proporcional à distância de parada do veículo (V veículo). Essa perigosa estratégia de trabalho faz com que o veículo trafegue por tempo elevado numa grande zona de instabilidade. Isto acontece porque veículos com rodas travadas:
– não são estáveis durante a frenagem;
– não apresentam dirigibilidade;
– registram maior distância de frenagem.
Ao analisarmos o desempenho da frenagem de um veículo com ABS, observamos que há uma modulação da pressão, variando entre elevação, manutenção e redução da pressão, independentemente da força aplicada pelo motorista ao pedal de freio.
Assim que o sistema de freios é pressionado, a unidade de comando detecta a iminência de travamento de uma das rodas e, automaticamente, comanda uma estratégia de manutenção da pressão, antes que a roda trave. Se ainda houver possibilidade de travamento, a bomba hidráulica recalca o fluido de freio para aliviar a pressão na roda em vias de travamento. A velocidade da roda volta a subir e, como a situação é de frenagem, eleva-se novamente a pressão naquela roda, modulando sua pressão de trabalho.
Observando o gráfico, podemos verificar que, através da modulação da pressão (P roda), a velocidade angular da roda (V roda) varia em função da estratégia de modulação, diminuindo a distância de frenagem (V veículo) e ampliando a zona de trabalho estável do veículo.
No início do processo, (tempo = 0) as velocidades do veículo e da roda são iguais. À medida em que a pressão de frenagem se eleva, as velocidades (roda e veículo) diminuem. Porém, vale observar que num determinado ponto (entre tempo = 0 e o tempo = 1), a elevação da pressão de frenagem leva uma determinada roda à situação de travamento. A partir desta condição, nota-se uma redução mais acentuada da velocidade da roda do que da velocidade do veículo. Essa diferença é o deslizamento da roda em relação ao solo. Quando este valor atinge 100%, tem-se o bloqueio efetivo da roda. O sistema antibloqueio atua na faixa de deslizamento e força de frenagem ideal, permitindo melhor controle do veículo e menores distâncias de frenagem.
Quando se atinge o tempo igual a 1 do gráfico, vemos que a velocidade da roda cai muito em relação à do veículo, o que indica elevado deslizamento e ainda a possibilidade de travamento da roda. Nesta condição, o sistema ABS entra em ação e impede que a pressão do fluido de freio continue crescendo na roda que está na iminência do travamento. Por meio dos sensores de rotação das rodas, o sistema “percebe” que mesmo mantendo a pressão, a roda continua perdendo velocidade desproporcionalmente em relação ao veículo mantendo a possibilidade de bloqueio. Nesta condição como pode ser visto no tempo igual a 2, o sistema diminui a pressão do freio na roda passível de travamento para fazer com que a velocidade angular desta, se eleve e elimine a possibilidade de travamento.
Sensores das rotações das rodas

Cada roda possui um sensor de rotação que envia uma tensão alternada variável em função da rotação de cada uma.
Os sensores das rodas dianteiras são de instalação radial.
Já os das traseiras são instalados axialmente e têm captação radial de sinal com pino de pólo chato.
Sensor de rotação e anel das rodas dianteiras
Esses sensores captam as rotações das rodas através dos anéis de impulso, fixos às juntas homocinéticas externas nas rodas dianteiras, e nos tambores de freios (ou discos) nas rodas traseiras.
Quando se atinge o tempo igual a 1 do gráfico, vemos que a velocidade da roda cai muito em relação à do veículo, o que indica elevado deslizamento e ainda a possibilidade de travamento da roda. Nesta condição, o sistema ABS entra em ação e impede que a pressão do fluido de freio continue crescendo na roda que está na iminência do travamento. Por meio dos sensores de rotação das rodas, o sistema “percebe” que mesmo mantendo a pressão, a roda continua perdendo velocidade desproporcionalmente em relação ao veículo mantendo a possibilidade de bloqueio. Nesta condição como pode ser visto no tempo igual a 2, o sistema diminui a pressão do freio na roda passível de travamento para fazer com que a velocidade angular desta, se eleve e elimine a possibilidade de travamento.
Sensores das rotações das rodas
Cada roda possui um sensor de rotação que envia uma tensão alternada variável em função da rotação de cada uma.
Os sensores das rodas dianteiras são de instalação radial.
Já os das traseiras são instalados axialmente e têm captação radial de sinal com pino de pólo chato.
Sensor de rotação e anel das rodas dianteiras
O pino do pólo fica na extremidade do imã permanente e quase em contato com o anel de impulso (há uma folga que varia de 0,5 a 1,2 mm).
Ao girar o anel de impulso, o pino intercepta o campo magnético e, por indução, gera uma tensão alternada no enrolamento do sensor, que é enviada à unidade de comando ABS. A frequência desta tensão é determina a pela rotação do anel de impulso.
Cilindro-mestre e unidades eletrônica e hidráulica
1. Servofreio 10 polegadas
2. Unidade hidráulica
3. Unidade de comando, 25 pinos
(aparafusado na unidade
hidráulica)
2. Unidade hidráulica
3. Unidade de comando, 25 pinos
(aparafusado na unidade
hidráulica)
Uma das vantagens do sistema ITT Mark 20 IE que equipa o Golf e o New Beetle, é a sua independência do conjunto clindro-mestre e servofreio.
As tubulações de saída do cilindro são encaminhadas para a unidade hidráulica do ABS e destas para as rodas.
Componentes do Sistema ABS – Golf e New Beetle
Componentes do Sistema ABS – Golf e New Beetle
A plataforma básica do sistema com controle antitravamento ABS do Golf e do New Beetle é o Mark 20 IE, fabricado pela ITT Teves.
Chamamos de plataforma básica porque atualmente, quando disponível no veículo, o ABS também é equipado com o sistema EBV (Elektronische Bremskraft Verteilung – que em português significa sistema que faz o controle da força de frenagem) e, dependendo da versão, também pode contar com o EDS (Electronic Differential System – que quer dizer: controle eletrônico de tração).
Chamamos de plataforma básica porque atualmente, quando disponível no veículo, o ABS também é equipado com o sistema EBV (Elektronische Bremskraft Verteilung – que em português significa sistema que faz o controle da força de frenagem) e, dependendo da versão, também pode contar com o EDS (Electronic Differential System – que quer dizer: controle eletrônico de tração).
Entre outras funções, o sistema EBV dispensa a válvula reguladora da força de frenagem que atua mecanicamente conforme a carga. Podemos dizer que o sistema monitora a desaceleração das rodas em função da força aplicada ao pedal e regula, através das válvulas solenoides do ABS, a pressão da atuação para as rodas traseiras. Na ilustração acima, mostramos os componentes do sistema.
Com base neste esquema, podemos dizer que os sensores de rotação informam à unidade de comando a rotação das quatro rodas. A partir daí, a unidade de comando calcula a velocidade de cada roda e estabelece um parâmetro relativo entre elas. Ao frear, a unidade de comando encarrega-se de regular a pressão de frenagem, de modo a evitar o bloqueio das rodas, fazendo também intervir a distribuição de força de frenagem EBV para as rodas traseiras (Veja ilustração).
O ABS utiliza uma bomba que atua paralelamente ao sistema hidráulico dos freios de cada roda, juntamente com duas válvulas solenoides (também para cada circuito de roda). Com essa característica, o sistema de gerenciamento ABS atua na pressão hidráulica, roda por roda, monitorando o travamento súbito com base na queda de velocidade angular de cada uma delas. Identificada a tendência ao travamento, o sistema comanda estratégias de trabalho que realizam, alternadamente, a manutenção e a redução da pressão, de forma a impedir o perigoso travamento das rodas.
O ABS utiliza uma bomba que atua paralelamente ao sistema hidráulico dos freios de cada roda, juntamente com duas válvulas solenoides (também para cada circuito de roda). Com essa característica, o sistema de gerenciamento ABS atua na pressão hidráulica, roda por roda, monitorando o travamento súbito com base na queda de velocidade angular de cada uma delas. Identificada a tendência ao travamento, o sistema comanda estratégias de trabalho que realizam, alternadamente, a manutenção e a redução da pressão, de forma a impedir o perigoso travamento das rodas.
Esquema de funcionamento do sistema

Com EDS – Se o veículo possuir adicionalmente o EDS, a unidade de comando será mais larga do que aquela que atua somente com ABS e EBV.
Com EDS – Se o veículo possuir adicionalmente o EDS, a unidade de comando será mais larga do que aquela que atua somente com ABS e EBV.
Sistema com ABS e EBV
Medida “A” = 100 mm
Sistema com ABS, EBV com EDS
“A” = 130mm
Medida “A” = 100 mm
Sistema com ABS, EBV com EDS
“A” = 130mm
Isso acontece porque adicionalmente ao sistema ABS/EBV, existem mais duas válvulas eletromagnéticas com duas válvulas hidráulicas de comutação nos circuitos de frenagem das rodas dianteiras.
Para uma frenagem eficiente é necessário contar novamente com o aumento de pressão à partir de uma certa rotação da roda.
O sistema corta a alimentação de tensão para a válvula de saída, que se fecha.
A bomba hidráulica continua em funcionamento, aspirando o restante de fluido de freios do acumulador de baixa pressão e direcionando-o ao circuito de frenagem (servo assistência hidráulica).
Com o aumento de pressão de frenagem, a roda freia novamente, reduzindo sua rotação.
O sistema corta a alimentação de tensão para a válvula de saída, que se fecha.
A bomba hidráulica continua em funcionamento, aspirando o restante de fluido de freios do acumulador de baixa pressão e direcionando-o ao circuito de frenagem (servo assistência hidráulica).
Com o aumento de pressão de frenagem, a roda freia novamente, reduzindo sua rotação.
Fase da pressurização do circuito
Ao aplicar os freios, o cilindro-mestre transforma a força aplicada ao pedal em pressão hidráulica de atuação nos êmbolos que atuarão nos cilindros das rodas.

Essa fase é chamada de pressurização. Em condições normais, a pressão passa para o cilindro da roda através da válvula de entrada para chegar ao cilindro. Para realizar a frenagem, a válvula de saída deve estar fechada.
O regime de rotação é monitorado pela unidade de comando, até que esta detecte uma tendência ao bloqueio da roda.
Ao aplicar os freios, o cilindro-mestre transforma a força aplicada ao pedal em pressão hidráulica de atuação nos êmbolos que atuarão nos cilindros das rodas.
Essa fase é chamada de pressurização. Em condições normais, a pressão passa para o cilindro da roda através da válvula de entrada para chegar ao cilindro. Para realizar a frenagem, a válvula de saída deve estar fechada.
O regime de rotação é monitorado pela unidade de comando, até que esta detecte uma tendência ao bloqueio da roda.
Fase da manutenção de pressão

Se a roda tende ao bloqueio, o sistema ativa a válvula de entrada, fechando-a para evitar que continue aumentando a pressão de frenagem. Nessa condição, a válvula de saída também é mantida fechada. Assim a pressão de frenagem se mantém constante entre as válvulas de entrada e saída, sem permitir que a pressão de atuação no cilindro de roda se eleve.
Se a roda tende ao bloqueio, o sistema ativa a válvula de entrada, fechando-a para evitar que continue aumentando a pressão de frenagem. Nessa condição, a válvula de saída também é mantida fechada. Assim a pressão de frenagem se mantém constante entre as válvulas de entrada e saída, sem permitir que a pressão de atuação no cilindro de roda se eleve.
Fase de diminuição da pressão
Se a roda ainda tende ao bloqueio, mesmo com a manutenção da pressão, é preciso reduzi-la. Para isso é aplicada uma tensão na válvula de saída fazendo com que esta se abra.

Nesta condição, a pressão de frenagem diminui através do acumulador de baixa pressão. A válvula de entrada continua energizada, mantendo-se fechada. Em seguida, a bomba hidráulica é ativada, impelindo o fluido de freio do acumulador de baixa pressão para o cilindro-mestre. Com este efeito, o pedal do freio trepida sensivelmente, pois está recebendo a carga de alívio do sistema contra o pedal. A roda que tendia a bloquear-se recupera a aceleração, até a próxima atuação de elevação da pressão.
Fase de aumento da pressão
Para uma frenagem eficiente é necessário contar novamente com o aumento de pressão à partir de uma certa rotação da roda.
Se a roda ainda tende ao bloqueio, mesmo com a manutenção da pressão, é preciso reduzi-la. Para isso é aplicada uma tensão na válvula de saída fazendo com que esta se abra.
Nesta condição, a pressão de frenagem diminui através do acumulador de baixa pressão. A válvula de entrada continua energizada, mantendo-se fechada. Em seguida, a bomba hidráulica é ativada, impelindo o fluido de freio do acumulador de baixa pressão para o cilindro-mestre. Com este efeito, o pedal do freio trepida sensivelmente, pois está recebendo a carga de alívio do sistema contra o pedal. A roda que tendia a bloquear-se recupera a aceleração, até a próxima atuação de elevação da pressão.
Fase de aumento da pressão
Para uma frenagem eficiente é necessário contar novamente com o aumento de pressão à partir de uma certa rotação da roda.
Aumento da pressão com EDS
O sistema corta a alimentação de tensão para a válvula de saída, que se fecha.
A bomba hidráulica continua em funcionamento, aspirando o restante de fluido de freios do acumulador de baixa pressão e direcionando-o ao circuito de frenagem (servo assistência hidráulica).
Com o aumento de pressão de frenagem, a roda freia novamente, reduzindo sua rotação.
A bomba hidráulica continua em funcionamento, aspirando o restante de fluido de freios do acumulador de baixa pressão e direcionando-o ao circuito de frenagem (servo assistência hidráulica).
Com o aumento de pressão de frenagem, a roda freia novamente, reduzindo sua rotação.
Frenagem no caso de ABS/EDS (pisando no freio)
Ao acionar os freios, a pressão do cilindro-mestre faz a válvula de comutação hidráulica fechar-se.
A pressão de frenagem passa através da válvula de fechamento com limitador de pressão e chega até o freio da roda através da válvula de entrada que também está aberta.
Se a unidade de comando ABS/EDS detecta, através dos sinais recebidos dos sensores de rotação das rodas, que uma das rodas motrizes está patinando em aceleração, o sistema de gerenciamento comanda a ativação da função EDS.
Nessa condição, as válvulas de entrada dos circuitos de frenagem para as rodas traseiras recebem tensão elétrica, fechando-se. A operação é necessária para que as rodas traseiras não sejam freadas durante a função EDS.
A pressão de frenagem passa através da válvula de fechamento com limitador de pressão e chega até o freio da roda através da válvula de entrada que também está aberta.
Se a unidade de comando ABS/EDS detecta, através dos sinais recebidos dos sensores de rotação das rodas, que uma das rodas motrizes está patinando em aceleração, o sistema de gerenciamento comanda a ativação da função EDS.
Nessa condição, as válvulas de entrada dos circuitos de frenagem para as rodas traseiras recebem tensão elétrica, fechando-se. A operação é necessária para que as rodas traseiras não sejam freadas durante a função EDS.
Circuito Elétrico
O sistema elétrico do Golf e New Beetle utiliza as linhas 30, 15, X e 31 para funcionar, três fusíveis na central de distribuição elétrica e dois fusíveis na bateria.
O conector de 25 pinos é a interface de ligação da unidade de comando eletrônica do ABS com o chicote distribuído pelo veículo. Internamente a unidade possui suas ligações com as válvulas eletromagnéticas e um pequeno chicote faz a ligação da unidade de comando com a bomba V64.
O sistema elétrico do Golf e New Beetle utiliza as linhas 30, 15, X e 31 para funcionar, três fusíveis na central de distribuição elétrica e dois fusíveis na bateria.
O conector de 25 pinos é a interface de ligação da unidade de comando eletrônica do ABS com o chicote distribuído pelo veículo. Internamente a unidade possui suas ligações com as válvulas eletromagnéticas e um pequeno chicote faz a ligação da unidade de comando com a bomba V64.
Sensores de rotação dianteiros (G45 e G47)Esses sensores transmitem os sinais de rotação à unidade de comando (J104) para que esta possa determinar a velocidade momentânea das rodas. (veja ilustração).
É importante destacar que, se houver avaria em um destes sensores, o sistema ABS/EDS desativa-se, mantendo a função EBV. Nesta condição, a lâmpada-piloto do ABS se acende.
Atenção: havendo avaria em ambos os sensores de rotação dianteiros, desativa-se a função ABS, a EDS e a EBV, permanecendo acesas as lâmpadas do sistema ABS e do sistema de freios.
Sensores de rotação traseiros (G44 e G46)Também transmitem os sinais de rotação à unidade de comando (J104) para que esta possa determinar a velocidade momentânea das rodas. Vale destacar que nas dianteiras, a pressão da freada é regulada individualmente, ao passo que nas do eixo traseiro, é regulada em conjunto.
Interruptor do pedal do freio (F)Este interruptor transmite à unidade de comando (J104) a informação de que o freio está aplicado.
foto esquerda Sensores de rotação traseiros (G44 e G46)
foto direita Interruptor do pedal do freio (F)
foto direita Interruptor do pedal do freio (F)
Lâmpada-piloto do ABS (K47) e do sistema de freios (K118)Estas lâmpadas estão localizadas no instrumento combinado. O funcionamento da K118 depende do interruptor da alavanca do freio de estacionamento. A K47 possui um gerenciamento eletrônico que monitora um sinal de unidade de comando do sistema ABS. (Veja ilustração).
Observe como esses componentes estão ligados à unidade de comando e seus respectivos fusíveis. (Veja diagrama elétrico).

F34 – Contato de advertência do nível de fluido de freios F9 – Comutador para lâmpada do freio de estacionamento J104 – Unidade de comando para ABS/EDS K118 – Lâmpada-piloto de avaria para sistema de freios K47 – Lâmpada-piloto de avaria para ABS/EBV/EDS
J104 – Unidade de comando para ABS/EDS K118 – Lâmpada-piloto de avaria para sistema de freios
K47 – Lâmpada-piloto de avaria para ABS/EBV/EDS
A – Bateria
F – Interruptor das luzes dos freios
F9 – Interruptor para lâmpada do freio de estacionamento
F34 – Contato de ausência do nível de fluido de freio
G44 – Sensor de rotação da roda traseira direita
G45 – Sensor de rotação da roda dianteira direita
G46 – Sensor de rotação da roda traseira
esquerda
G47 – Sensor de rotação da roda dianteira esquerda
J104 – Unidade de comando ABS/EDS/EBV
F – Interruptor das luzes dos freios
F9 – Interruptor para lâmpada do freio de estacionamento
F34 – Contato de ausência do nível de fluido de freio
G44 – Sensor de rotação da roda traseira direita
G45 – Sensor de rotação da roda dianteira direita
G46 – Sensor de rotação da roda traseira
esquerda
G47 – Sensor de rotação da roda dianteira esquerda
J104 – Unidade de comando ABS/EDS/EBV
K118 – Lâmpada-piloto de avaria para sistema de freios
K47 – Lâmpada-piloto de avaria para ABS/EBV/EDS
M9 – Lâmpada-piloto de luz de freio esquerda
M10 – Lâmpada-piloto de luz de freio direita
N55 – Unidade hidráulica ABS/EBV/EDS
N125 – Válvula de fechamento com limitador de pressão EDS
N126 – Válvula de fechamento com limitador de pressão EDS
N99 – Válvula de entrada ABS dianteira direita
N100 – Válvula de saída ABS dianteira direita
N101 – Válvula de entrada ABS dianteira esquerda
K47 – Lâmpada-piloto de avaria para ABS/EBV/EDS
M9 – Lâmpada-piloto de luz de freio esquerda
M10 – Lâmpada-piloto de luz de freio direita
N55 – Unidade hidráulica ABS/EBV/EDS
N125 – Válvula de fechamento com limitador de pressão EDS
N126 – Válvula de fechamento com limitador de pressão EDS
N99 – Válvula de entrada ABS dianteira direita
N100 – Válvula de saída ABS dianteira direita
N101 – Válvula de entrada ABS dianteira esquerda
102 – Válvula de saída ABS dianteira esquerda
N133 – Válvula de entrada ABS traseira direita
N134 – Válvula de saída ABS traseira direita
N135 – Válvula de entrada ABS traseira esquerda
N136 – Válvula de saída ABS traseira esquerda
S9 – Fusível (15A)
S16 – Fusível (15A)
S13 – Fusível (10A)
S178 – Fusível (30A) na bateria
S179 – Fusível (30A) na bateria
T16 – Conector de diagnósticos
N133 – Válvula de entrada ABS traseira direita
N134 – Válvula de saída ABS traseira direita
N135 – Válvula de entrada ABS traseira esquerda
N136 – Válvula de saída ABS traseira esquerda
S9 – Fusível (15A)
S16 – Fusível (15A)
S13 – Fusível (10A)
S178 – Fusível (30A) na bateria
S179 – Fusível (30A) na bateria
T16 – Conector de diagnósticos
FONTE VW
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